Matérias da Revista DiverCIDADE
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| Edição | Tema | Matérias |
Período de publicação |
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| SÃO PAULO 450 ANOS
| Jan/Fev/Mar de 2004
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Ao apresentar o número zero de sua revista eletrônica, a Área de Difusão do Centro de Estudos da Metrópole (CEM-Cebrap) vem trazer a público mais uma iniciativa no sentido de cumprir a vocação dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepids) da Fapesp, voltada para a articulação da pesquisa e da difusão do conhecimento. O uso deste canal de diálogo, que se deseja com o público em geral, a comunidade científica, os órgãos noticiosos e os responsáveis por políticas públicas, resulta de uma avaliação das diferentes alternativas de comunicação hoje disponíveis considerados o potencial de informação, o custo e o alcance dos diferentes meios. Cremos que a opção adotada é a que mais se ajusta à demanda e aos objetivos, dentro da pauta do CEM-Cebrap, pois o que se buscou foi um formato capaz de reunir a democratização do acesso, a agilidade da informação e o rigor na exposição dos conteúdos, sejam aqueles diretamente ligados às pesquisas e ao conhecimento produzido no próprio CEM, sejam as informações de fontes variadas aqui incluídas porque dizem respeito ao seu núcleo temático, ou seja, a metrópole. Para chegar ao que ora apresentamos, houve uma preparação que se iniciou em janeiro de 2002, com a pesquisa intitulada "Concepção e desenvolvimento de uma revista eletrônica para o Centro de Estudos da Metrópole", com apoio da Fapesp (bolsa de pós-doutorado do Programa José Reis de Jornalismo Científico). Na avaliação do formato digital, partiu-se de uma idéia inspirada no projeto Mídia/Ciência da Fapesp, e a pesquisa envolveu uma reflexão teórica sobre o estatuto da divulgação – especialmente aquela voltada para a área de ciências humanas – e um exame sistemático de publicações online de centros de pesquisa. Esse trabalho permitiu amadurecer a proposta e definir um projeto piloto para a revista. O número zero resulta, portanto, de um ano de estudos e experimentação no terreno da divulgação científica, e nosso intuito é aprimorar a relação entre formas jornalísticas e a pesquisa acadêmica em ciências humanas, especificamente as dirigidas às questões das metrópoles contemporâneas. Primeiro exemplo disto, este número se concentra em matérias dedicadas à cidade de São Paulo, na ocasião de seus 450 anos. Esperamos que a revista consolide sua efetiva contribuição para o diálogo entre pares e para a ampliação dos setores beneficiados pelas pesquisas produzidas no Centro de Estudos da Metrópole. Isaura Botelho | |||
| CULTURA
| Abril/Maio/Junho
de 2004 | ||
| Resumo da Edição | |||
| ELEIÇÕES 2004
| julho/agosto/setembro
de 2004 | ||
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Esta edição trata de um tema quente em sua matéria de capa: a pesquisa sobre eleições na cidade de São Paulo, coordenada por Argelina Figueiredo e Fernando Limongi, que recebeu grande destaque na mídia impressa e televisiva. Aqui você pode conferir detalhes da pesquisa e ainda ler o relatório original no site do CEM (o link está no final da matéria), além de ler o perfil de Limongi, contando um pouco de sua trajetória acadêmica. Outro tema de destaque nesta edição foi o cinema. Mês passado assistimos ao filme A Moda do Centro, uma adaptação para o cinema documentário de uma pesquisa sobre a indústria têxtil do Bom Retiro – uma experiência inovadora do Núcleo de Áudio Visual da Escola de Comunicações e Artes - USP / CEM. Você pode conferir a íntegra do debate sobre a realização do filme e os desafios na adaptação de uma pesquisa científica em ciências sociais para o cinema. Além disso, a revista trás algumas modificações. Estamos inaugurando a sessão “Parcerias”, que vai relatar as contribuições do CEM com o setor público. Na matéria inaugural contamos sobre o trabalho com a prefeitura de Guarulhos, e a elaboração de mapas que estão ajudando a prefeitura a planejar melhor a rede escolar. Inauguramos também a sessão “CEM comenta”, na qual pesquisadores da casa vão comentar assuntos em pauta sobre a cidade. Nesse número o tema é o plano diretor. A partir de agora, as notícias serão atualizadas diariamente no site do Centro de Estudos da Metrópole, onde você pode conferir os seminários, debates, lançamentos e outros eventos promovidos pelo CEM. Mais do que divulgar as pesquisas do CEM, nosso desafio continua sendo o de abrir um canal de comunicação entre a população, os pesquisadores e os jornalistas.
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| PARAISÓPOLIS
| out/nov/dez de 2004
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Esta edição traz como foco a favela de Paraisópolis. Você vai conhecer o trabalho de Ronaldo de Almeida e Tiarajú D'Andrea sobre as redes sociais na favela, revelando não só a estrutura que os próprios moradores criam para se ajudarem, mas as relações, sempre de conflito em potencial, entre um bairro rico e outro pobre. Mais uma vez, a revista traz novidades. Fizemos uma reportagem in loco , numa visita a Paraisópolis, e estamos publicando pela primeira vez a seção de artigos assinados, com colaborações de pesquisadores do CEM. Quem assina essa primeira é Tiarajú D'Andrea, que fala sobre sua experiência de pesquisa em Paraisópolis. Nas outras duas matérias, abordamos dois assuntos fundamentais para o Centro de Estudos da Metrópole: o processo de avaliação externa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), que financia as atividades de pesquisa do CEM, e os cursos para a disseminação do geoprocessamento na administração pública. O geoprocessamento é uma ferramenta poderosa para a racionalização da gestão pública, e a ampliação de seu uso é uma das prioridades do CEM. Por fim, estamos publicando alguns mapas sobre religiosidade na cidade de São Paulo e, pela última vez, a seção SP 450, com belas animações sobre a favela de Paraisópolis desenvolvidas pela nossa webmaster e designer Carolina Simonetti. Com esse número 3, a revista prossegue na sua missão de difundir os resultados de pesquisas acadêmicas para todos aqueles interessados em saber mais sobre nossa querida metrópole, a cidade de São Paulo. Rosana de Lima Soares | |||
| TRABALHO E DESEMPREGO
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jan/fev/março
de 2005 | |
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A edição traz como foco o tema do trabalho e do desemprego. Dessa vez, nossa inspiração foram as pesquisas de Nadya Araújo Guimarães, que estudou a trajetória ocupacional dos paulistanos, e verificou que o mercado de trabalho da cidade apresenta uma situação realmente crítica. Além de entrevistada, Nadya foi também uma importante colaboradora, tendo participado das reuniões para definir os rumos dessa edição, sugerindo pautas, indicando outros colaboradores, e revisando os textos finais. Essa tem sido uma marca de nossa revista, fazer um trabalho jornalístico de qualidade em que o pesquisador também possa influir e assinar embaixo no final. Outros destaques da edição: o artigo assinado de Liliana Segnini, professora do Departamento de Ciências Sociais da Faculdade de Educação da Unicamp, sobre mulher e desemprego; um debate sobre o desemprego nas grandes metrópoles na seção SP em debate ; um artigo sobre as origens do desemprego com a colaboração de Cláudio Dedecca, professor do Instituto de Economia da Unicamp; e a reportagem sobre trabalho informal no centro da cidade. Mais uma vez, a equipe de diverCIDADE foi às ruas para mostrar o que as pessoas tem a dizer sobre os assuntos que são tema de pesquisa científica no CEM. Rosana de Lima Soares | |||
| DOCUMENTÁRIOS E TRÂNSITO
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DOCUMENTÁRIOS:
TRÂNSITO: | abril/maio/junho
de 2005 | |
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Nessa edição abordamos dois temas: documentários e trânsito (inspirados pelo filme Em Trânsito , de Henri Gervaiseau). Além de várias matérias e reportagens, trazemos outra novidade: um trecho de cada filme em vídeo. Os filmes documentários do CEM também são uma experiência de fronteira – nesse caso entre ciência e arte – por isso é especialmente interessante abordar esse assunto. O que faz desse número da diverCIDADE uma edição também especial. Além de tudo isso, nossa equipe está passando por mudanças. Sai Paula Bonelli, bolsista de iniciação científica, e entra Audrey Camargo, estudante de jornalismo e história, além de uma competente revisora. À Paula, desejamos boa sorte em seus novos projetos, e à Audrey, bem vinda à equipe! Por fim, diverCIDADE é especial porque fazemos parte de um projeto de formação de divulgadores científicos, financiado pela Fapesp. A Fapesp vem incentivando, nos últimos anos, a formação de profissionais na área de divulgação científica, e somos um exemplo de resultado concreto desse esforço. Rosana de Lima Soares | |||
| SEGREGAÇÃO
| julho/agosto/setembro de 2005
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Se viver em condições de pobreza já é algo difícil, o que dizer de uma situação onde o contato com o mundo “externo” - aquele mundo onde existe a riqueza e as oportunidades de trabalho - está cerceado por problemas tão básicos quanto a dificuldade de locomoção? A segregação nas metrópoles assume novas formas e é hoje, infelizmente, uma realidade para milhões de brasileiros. As regiões de maior risco apresentam expansão urbana selvagem, geralmente com grande crescimento demográfico, questionando não só o modelo de urbanização das metrópoles, mas também o desenvolvimento econômico sem políticas públicas de inclusão eficazes. Graças ao trabalho de pesquisadores como os do Centro de Estudos da Metrópole, estamos começando a conhecer um pouco mais sobre esse fenômeno e as melhores formas de combatê-lo. Nessa edição você acompanha um pouco sobre as últimas descobertas desse problema atual e grave. Rosana de Lima Soares | |||
| TELEVISÃO
| out/nov/dez
de 2005 | ||
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Embora todos reconheçam o poder de influência da televisão, ainda se sabe muito pouco sobre como essa influência acontece e quais são as conseqüências para a sociedade brasileira como um todo. Também se desconhece muitos detalhes históricos do desenvolvimento da televisão de massa, e sua estreita relação com a propaganda e o Ibope. Essa carência é uma das motivações da pesquisa realizada pelo Centro de Estudos da Metrópole, coordenada pela antropóloga Esther Hamburger, que apresentamos em nossa matéria principal. O trabalho traça o predomínio da Rede Globo a partir dos anos 70, focando, principalmente, o desenvolvimento dos setores de propaganda televisiva e suas íntimas relações com o Ibope. A pesquisa forneceu também os primeiros dados históricos de audiência para a cidade de São Paulo, com base nos documentos do Ibope depositados no arquivo Edgar Leuenroth, na Universidade de Campinas. Além disso, demos atenção especial à questão das telenovelas, procurando entender como esse gênero alcançou um sucesso tão grande e como ele influencia a vida das pessoas. Em nossa reportagem descobrimos um pouco sobre os diferentes significados que o programa assume para pessoas de diferentes classes sociais. Consultamos também alguns especialistas para explicar o fenômeno: a psicanalista Maria Rita Kehl, a dramaturga Renata Pallottini, e o escritor e cineasta Joel Zito Araújo. Carolina Agabiti assina um artigo sobre a novela “Filhas da Mãe”, e a influência que as variações de audiência tiveram na produção, tema de sua dissertação de mestrado. Rosana de Lima Soares
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| BAIRROS
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MATÉRIA WIKI: | jan/fev/março
de 2006 | |
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O bairro é geralmente aquele território com o qual nós nos identificamos desde pequenos, uma região restrita, mas repleta de relações familiares e de amizade, com histórias e tradições próprias. Nessa edição, levantamos uma discussão específica para a cidade de São Paulo: os bairros aqui devem permanecer como entidades afetivas e abstratas, ou devem ser reconhecidos pela prefeitura como território oficial da administração pública? Essa pergunta surgiu por dois motivos: primeiro, o artigo 43 da Lei n.13.885 do Plano Diretor Estratégico, que determina a delimitação oficial dos bairros da cidade – e cujo prazo de cumprimento venceu no início do ano; e a dissertação de mestrado de José Donizete Cazollato, geógrafo do Centro de Estudos da Metrópole que desenvolveu uma metodologia para fazer essa divisão, levando em conta não só aspectos como o tamanho do território e da população, mas a história do local e as percepções da comunidade. Inspirados por esse tema, voltamo-nos ainda para outros aspectos do bairro, como o desenvolvimento histórico, tomando como exemplo dois casos distintos: o tradicional bairro da Luz, e o recém fundado Conjunto Turística, bairro que nasceu de um movimento dos sem terra. Outro aspecto desenvolvido nas reportagens foi a participação da comunidade, nos jornais e nas associações de bairro. Nas demais seções trazemos ainda a opinião de diversos especialistas sobre diferentes aspectos da questão, como os urbanistas Candido Malta, Nabil Bonduki, Raquel Rolnik e Sandra Leão Barros, além de uma entrevista com Eduardo Feniciano, o “urbenauta” que realiza expedições nas grandes cidades. Com isso, esperamos ter montado um quadro não de todos os bairros de São Paulo – o que seria impossível – mas de questões pertinentes ao território e à relação que os cidadãos estabelecem com ele. Rosana de Lima Soares | |||
| SERVIÇOS PÚBLICOS
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VIDEO-REPORTAGEM: | abril/maio/junho
de 2006 | |
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Quem acompanha a diverCIDADE desde o começo já sabe que nós estamos sempre buscando novas formas de fazer a ponte entre a informação científica, ainda muito confinada às universidades e centros de pesquisa, e a população geral. Nessa edição, demos um passo importante: pela primeira vez estamos apresentando vídeos produzidos especialmente para a revista. Além de duas entrevistas com pesquisadores da casa - Haroldo Gama Torres fala sobre sua pesquisa Radar das Condições de Vida e das Políticas Sociais, e Vera Schattan sobre a evolução da desigualdade nos serviços de saúde em São Paulo - uma reportagem sobre transferência de renda produzida na favela de Vila Mariana. Os vídeos não aconteceram por acaso. A imagem da cidade no cinema é tema de pesquisa do Centro de Estudos da Metrópole, que também produz filmes sobre as demais pesquisas, alguns dos quais foram tema da edição número cinco. Além disso, a produção dos vídeos tem como objetivo integrar o núcleo audiovisual e a revista diverCIDADE, dois projetos da áera de difusão do CEM. Foi o núcleo audiovisual, inclusive, que nos enviou o nosso mais novo reforço, sem o qual nada disso seria possível: o bolsista de iniciação e aluno de Ciências Sociais Francisco Toledo Dayrell de Lima. Bem vindo, Chico. Essa edição traz também uma matéria de Audrey Camargo sobre educação e o desafio de melhorar a qualidade do ensino, uma vez que o acesso já está universalizado, com a participação de especialistas no assunto. Temos ainda o perfil de Sonia Rocha, especialista em pobreza do Brasil, e um debate sobre os programas de transferência de renda. Por fim, a revista está com cara nova, um visual mais atual e dinâmico desenvolvido pela nossa "webmaster" Carolina Simonetti. Rosana de Lima Soares | |||
| PROTAGONISMO FEMININO E MERCADO DE TRABALHO
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VIDEO-REPORTAGENS: | julho - dezembro
de 2006 | |
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Nessa edição especial, apresentamos a vídeo-cobertura do colóquio internacional Novas formas do trabalho e do desemprego: Brasil, Japão e França, uma perspectiva comparada, realizado no CEM em setembro de 2006. Além disso, aprofundamos nos textos e vídeo-reportagens o tema do protagonismo feminino, um dos assuntos abordados pelo colóquio. Desde o último número, a equipe da revista passou por várias mudanças. Audrey Camargo, que deu mais uma importante colaboração para esse número, encerrou sua participação na revista, e recebemos Rafael Venancio, que assina três textos e um slide show. Contamos também com a valiosa colaboração de Tatiana Lotierzo, que além de escrever para a seção de notícias, nessa edição ajudou a realizar os vídeos da cobertura do colóquio. A produção de vídeos só tem sido possível graças a uma parceria com o núcleo de audiovisual do CEM, e à consultoria do coordenador Henri Gervaiseau, a quem agradecemos pela participação na revista. Rosana de Lima Soares | |||
| MEIO AMBIENTE
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VÍDEO-REPORTAGEM | janeiro - março
de 2007 | |
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Nos últimos anos, ocorreu um deslocamento no debate ambiental das matas e espécies em extinção até as grandes metrópoles mundiais. A noção de meio ambiente passa a incluir, assim, temas relacionados à interação entre o físico e o humano. Acompanhando esse movimento, fazemos nessa edição um panorama de questões ambientais em São Paulo com foco especial na represa de Guarapiranga. Abordamos a polêmica na mídia em torno da Lei Específica da Bacia do Guarapiranga, e visitamos o bairro de Vila Gilda para conferir qual é a opinião daqueles que estão sendo removidos em função da nova lei. Outros tópicos abordados são o lixo, através de um slide-show e um artigo assinado por Daniel de Lucca, pesquisador do CEM, sobre os catadores de São Paulo; o movimento ambientalista no Brasil, em vídeo-entrevista com Ângela Alonso, coordenadora da Área de Conflitos Ambientais do Cebrap; enchentes, piscinões e despoluição dos rios, em entrevista com Ricardo Moretti, professor adjunto da Universidade Federal do ABC (UFABC), e a política ambiental no Brasil, em entrevista com Marcel Bursztyn, diretor do Centro de Desenvolvimento Sustentável, na Universidade de Brasília. Não por acaso, o meio ambiente já se insere na pauta de pesquisas do Centro de Estudos da Metrópole, que estuda possíveis indicadores para pautar o debate sobre questões ambientais urbanas e o uso de imagens de satélites para mapear o estado do meio ambiente. Esperamos assim não só fazer uma cobertura alternativa do tema, mas contribuir com a visão da comunidade científica sobre os diversos aspectos envolvidos em sua discussão, propondo também um debate com a sociedade. Rosana de Lima Soares | |||
| PARTICIPAÇÃO PÚBLICA E CIDADANIA
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VIDEO-REPORTAGENS: | abril – junho
de 2007 | |
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Em tempos de reformulação da democracia, a questão mais colocada nos debates é acerca da inclusão dos indivíduos nas esferas de decisão sobre os destinos da sociedade, não importando se for a de seu bairro ou a de seu país. Experiências nesse sentido são postas em prática mundialmente, sendo que muitas com um sucesso duradouro. Nesta edição de número 13 da Revista DiverCIDADE, escolhemos tratar sobre esse assunto. O título escolhido foi PARTICIPAÇÃO PÚBLICA E CIDADANIA. Mas qual o motivo desse título? Participação Pública é toda ação de associações e/ou indíviduos que resultam em mudanças nas agendas públicas governamentais. Assim, fomos a campo e buscamos retratar pesquisas e experiências de Orçamento Participativo, Subprefeituras e Conselhos Gestores. No entanto, acreditamos que participação em sociedade não se resume a isso. Recorremos, então, às experiências de Cidadania, como o Jornalismo Participativo e as atividades culturais tal qual o Sarau da Cooperifa, um rica atividade em que o engajamento civil e a arte se misturam. Não podemos nos esquecer das questões que ficam entre os dois temas. Assim, temos uma entrevista esclarecedora com Adrián Gurza Lavalle sobre a diferença entre as duas lógicas retratadas e uma questão pertinente no SP em Debate acerca da participação pública no Brasil. Rosana de Lima Soares | |||
| TRANSIÇÕES DA JUVENTUDE
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VIDEO-REPORTAGENS:
MATÉRIA WIKI: | julho- setembro
de 2007 | |
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"A vida, Senhor Visconde, é um pisca-pisca. A gente nasce, isto é, começa a piscar. Quem pára de piscar, chegou ao fim, morreu. Piscar é abrir e fechar os olhos – viver é isso". Essa citação, da boneca Emília – personagem célebre de Monteiro Lobato - , é utilizada por Ana Maria Camarano para retratar seu livro acerca da "transição para a vida adulta ou vida adulta em transição?" vivenciada pela juventude da Região Metropolitana de São Paulo. Além de falar dessa pesquisa, a revista DiverCIDADE, em sua edição 14, aceitou o desafio de tratar das várias transições pelas quais os jovens passam para se tornarem "adultos", levando em consideração a diversidade intrínseca a este grupo. Assim, nessa edição intitulada TRANSIÇÕES DA JUVENTUDE, fomos a campo para tratar de transições econômicas (inserções no mercado de trabalho), educacionais (vestibulares) , políticas (entrada na vida política) e comportamentais (tribos urbanas e uso de drogas). Não podemos esquecer que o último grupo citado de transições é enriquecido pelo artigo assinado de Maurício Fiore, pesquisador do CEM-Cebrap, sobre Juventude e Drogas, e a entrevista com Silvia Borelli acerca de sua pesquisa sobre Jovens Urbanos, tratando de Violência, Tribos Urbanas e Juventude Pós-Moderna. Através das nossas páginas virtuais, vocês, caros leitores, verão situações persistentes socialmente, porém efêmeras para seus participantes. Tudo porque tratamos aqui de "piscadelas" . No momento em que as captamos, eram dadas por jovens, porém, ao completarem certo número delas, já serão adultos. Rosana de Lima Soares | |||
| 15
| (Texto em alteração) | Matérias dessa edição | |
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Rosana de Lima Soares | |||
| 16
| (Texto em alteração) | Matérias dessa edição | |
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Rosana de Lima Soares | |||
